24 de novembro de 2008

Coluna da Roberta Palermo



A mulher moderna que trabalha fora e a que não trabalha fora.

Não faz muito tempo que o papel de cada integrante da família era um
padrão seguido por todos.O marido era o responsável por prover
financeiramente e a esposa responsável por cuidar da casa e dos
filhos. Ao longo dos últimos anos, porém, muita coisa mudou. A mulher
passou a trabalhar fora de casa também e isso trouxe o lado ruim e o
lado bom da inovação. O ruim foi a esposa ter delegado o cuidado dos
filhos à escolas em período integral ou à babás. Outra coisa ruim é
quando a mulher assume jornadas duplas ou até triplas. Além do
trabalho, tem que dar conta da casa e dos cuidados com os filhos. As
esposas que têm a parceria do marido, além de contar com essa ajuda,
dão ao filho a oportunidade de oferecer a criança um pai cuidador.
Aquele que dá banho, comida e leva o filho para o curso de línguas. O
melhor foi ter a oportunidade de ser algo mais além de ser mãe e dona
de casa. Com essa mudança, outras vieram atrás. Como hoje a
mulher pode ter sua independência financeira, ela também se tornou
responsável financeiramente pelos filhos após a separação do casal,
dividindo esse peso com o pai da criança. Se a mulher tem a
independência financeira e de se expressar através do trabalho, passa
a ser muito mais pensante o que pode enriquecer o convívio do casal. A
mulher espera ser reconhecida como alguém que faz de tudo para viver
em harmonia dentro e fora de casa.Se a mãe estiver feliz, certamente
será uma mãe melhor. Será mais paciente e animada para criar, para
educar seus filhos.

A dona de casa moderna

Há, porém, as mulheres que não trabalham e curtem
muito bem a vida. Cuidam da casa, dos filhos, mas de uma maneira mais
moderna. Essa mulher está longe de ser aquela que usava vestido com
botãozinho na frente e passava o dia na cozinha. Hoje ela delega a
casa para uma empregada ou faxineira, dependendo da classe social. Vai
ao clube, faz ginástica, além do supermercado e feira. Fazem cursos,
passeiam com as amigas. Mesmo as que não podem ter a ajuda de uma
empregada, limpam a casa, mas depois vão à manicure, fazem escova no
cabelo. As mulheres que não trabalham muitas vezes não se conformam
com as mulheres que não se dedicam só aos filhos. E essa pode ser a
maior perda. O que muitas vezes não muda é que a mulher trabalha fora
e mesmo assim tem 2, 3 filhos. Certamente será bem mais desgastante
quando voltar para casa e a chance de não dar conta de cuidar de
tantos filhos é bem maior. Então uma dica importante para a mulher
moderna que trabalha fora de casa é ter menos filhos e ter o tempo
deles garantido. A dica para a mulher que não trabalha fora de casa é
pensar em trabalhar um dia, pois os filhos crescem e ter uma ocupação
é importante. Além disso não sabemos se vamos nos separar ou ficarmos
viúvas e é sempre importante poder andar com as nossas próprias pernas,
a qualquer hora.

Mulher Esperta

Nesta edição a Vittória nos conta a história dela de luta pela independência e sobrevivência. Mais do que uma relato: um exemplo e uma inspiração!

CHEGUEI LÁ!Itálico
A história de Vittoria, 26 anos com experiência de 40!

Meus pais se separam quando eu tinha seis anos. Quando eu estava com nove anos, meu pai faleceu, ele tinha 29 anos e sofreu um infarto, minha mãe foi quem sustentou a mim e minha irmã gêmea praticamente sozinha.

Aos 17 anos tive meu primeiro namoro mais sério e desse relacionamento nasceu meu filho, hoje com sete anos de idade. Infelizmente eu acreditava nas promessas desse namorado. Ele dizia que poderia manter uma casa, prometia a nossa felicidade, mas não foi bem assim que as coisas aconteceram.


Gravida de cinco meses acabamos tendo que pedir ajuda ao meu avô que nos cedeu uma cômodo para vivermos, foi um período muito sofrido e difícil. Com 17 anos e grávida, dependíamos de ajuda de familiares para podermos comprar até o berço de nosso filho, pois a remuneração que meu namorado tinha só era capaz de pagar as suadas e longas 15 prestações dos poucos móveis que conseguimos comprar.


Mas o que mais faltava em nossa casa era paz, pois meu namorado era muito agressivo, ciumento e descontrolado. Eu era humilhada por ele diante de meus familiares e quebrava móveis de casa quando se sentia contrariado. Eu fiquei cansada dessa situação e quando meu filho tinha 11 meses, pedi a separação.

Ele não aceitava a distância e chegou a me agredir fisicamente, o que fez com que o afastamento dele se desse por total, pois passou a alegar vergonha pelo que fez e por isso se afastou também de nosso filho. Daí passei a ser a única responsável financeiramente pelo meu filho.

Passei a procurar emprego e trabalhei muito: vendedora, operadora de telemarketing, assistente de supervisão, consultora de negócios e por fim analista...

Algumas colocações como se prevê, eram árduas e pouco remuneradas, muitas vezes precisei me alimentar escondida na casa de minha mãe pois não tinha um bom relacionamento com meu padrasto e tampouco dinheiro para me manter, em casa pouco se achava além de fraldas e leite.


Mas o caminho foi sendo trilhado, sempre olhei para o futuro e o lugar que eu queria chegar, sempre acreditei que seria possível vencer os obstáculos e fui abraçando todas as oportunidades (por menor que fossem) que me possibilitassem algum crescimento.

Comecei a fazer faculdade e me engajar em meu crescimento profissional ainda mais, através disso consegui um estágio onde passei um ano e meio, em fevereiro desse ano fui enfim efetivada e consegui estabilizar minha vida financeira.

Hoje consigo manter minha casa e todas as nossas despesas: minha faculdade, colégio do meu filho, compras, condomínio, água, luz, gás, tudo... Graças a Deus e ao meu esforço também.

Acho que a vida é aquilo que a gente permite que ela seja, o futuro que teremos dependo muito do presente que estamos construindo!



Viram garotas? Não dá é pra ficar parada!!! Quem ainda não estiver alcançado a sua meta, está esperando o que pra começar???

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DICAS

A dica do mês é o filme “Ligeiramente Grávidos”. É uma comédia daquelas bobas, ótima pra ser vista em um domingo à tarde, de preferência sozinha (maridos e afins podem não gostar muito...). Está passando nos canais à cabo. O personagem Ben Stone entrou para a minha lista de personagens-fofos, Top 20! Filme gostosinho, mas é muito bobo, vou logo avisando!

Snopse: Ben Stone é um jovem que só que curtição. Alison é uma garota que busca crescer na profissão. Certa vez, os dois se conhecer num bar e eles têm um caso de apenas uma noite. Oito semanas depois Alison e descobre que está grávida e procura Ben. Mesmo sabendo que os dois têm muito pouco em comum, ambos concordam que devem manter algum relacionamento apenas por causa do bebê que está para nascer.

Gênero: Comédia, Drama, Romance
Duração: 129 min.
Tipo: Longa-metragem / Colorido







Outra dica é o vinho verde Calamares. A garrafa de 750ml custa em média R$20,00 e é uma excelente pedida para pratos com frutos do mar. No calor, geladinho então, é perfeito!